quinta-feira, 12 de novembro de 2015

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Ainda que te ouça,
Não consegues chamar-me.
A tua voz assume-se estranha
E sem interesse.
Ainda nem consigo entender-te
Como uma presença que me faça falta.
Não sei porque apareceste
Nem sei se quero que fiques.
Persegue-me a dúvida,
Mas sente-se agradado o ego.



© Alexandra Carvalho

3 comentários:

  1. Magnífico poema. Gostei imenso.
    Tenha um bom fim de semana, minha querida amiga Alexandra.
    Abraço.

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