sábado, 19 de maio de 2012

Eternidade

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O coração já me dizia
Que a mudança estava à espreita,
Bem próxima de chegar…
Não pensei que fosse assim,
Tão abrupta e agressiva.
Não sabia o que iria provocar.
Não tenho medo do que vivo
No agora, tenho apenas das incertezas,
Das dúvidas do futuro que desconheço.
Penetras todos os dias,
Um pouco mais na minha alma,
Na minha essência fugidia, até então.
E isso, também receio.
Não ambiciono perdas
Ou desilusões,
Nem consigo imaginar-te
A provocar tais emoções
E sentimentos.
Talvez consigas a tal proeza,
A que ninguém conseguiu até hoje,
A eternidade…

© Alexandra Carvalho

6 comentários:

  1. Muito bonito este poema.
    Sendo o amor um sentimento tão falado e tão mal interpretado, mas que poderá ser sentido de muitas e variadas maneiras, este parece-me ser também um poema de amor.
    Beijinhos

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  2. Muito obrigada pelas suas palavras. É sempre reconfortante saber que alguém que escreve tão bem, gosta do que nós escrevemos. Beijinhos

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  3. Mas que bonito poema este...e que sortudo é o homem que merece essas palavras.
    Beijo

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  4. Estive ausente da blogosfera, mas já voltei...
    E deparo com um magnífico poema.
    Gostei imenso, querida amiga Alexandra.
    Mas escreve mais vezes...
    Beijo.

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    Respostas
    1. Obrigada pelas palavras. Eu também não tenho andado muito pela blogosfera, mas tentarei publicar mais poemas. Beijinhos

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