quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Pausa
domingo, 11 de dezembro de 2011
Pensamentos soltos…
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Quero apagar-me de mim
E do mundo,
Mas as linhas da minha vida
São tão negras que não se deixam apagar.
Passo a borracha, como uma louca,
E não consigo apagar nada.
Tento desprender-me deste eu
Que me consome, que me corrói,
Por inteiro, por dentro…
Não sou mais do que uma peça
De um puzzle que não sei completar.
Se um dia encontro-me serena,
No outro, volta o ser revoltado
Que existe em mim.
Não tenho forças;
Sinto-me cansada;
O coração dói, as lágrimas caem…
Sinto-me perdida, confusa,
Vazia…
E é sempre o vazio,
O nada que me invade;
O nada que me mata a cada dia.
Poema de outros tempos.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Assim, apenas assim
Voltaste a te perder
Nos confins dos teus sonhos.
A terra chama por ti
E não consegues ouvir o seu chamado.
Procuras nas profundezas da tua alma
A razão de seres assim,
Mas não a encontras.
Não vale a pena
Explicar o inexplicável…
És assim, apenas assim…
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Apenas à tua espera
O meu coração disparou,
Feito bala perdida;
Invadiste-me a alma,
E com o teu sorriso delicado
Fizeste-me encantar…
Não espero por mais nada,
Apenas por ti…
Mudança
O tempo passou,
A tua pele macia tornou-se áspera
Ao meu toque, as minhas mãos já não te querem tocar.
Não voltemos atrás, não precisas,
Eu não preciso…
Caminhamos juntos num tempo,
Num momento em que fomos apenas um,
Não somos mais.
Não me perdes, já não me tinhas…
O tempo passou,
Sabíamos que ia passar…
Não fales, as tuas palavras, só tu as ouves…
Silencia a tua voz e procura-te, onde te deixaste ficar.
